quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Semeando o bem

Divulgo com prazer projetos como esse! Vamos ajudar!




Projeto da UFRN que visa plantar 20.000 árvores em Natal
será lançado dia 18/10, às 18 horas, durante a CIENTEC.

 COMPAREÇA - AJUDE A DISSEMINAR A CONSCIÊNCIA AMBIENTAL NA CIDADE
AGIR ENQUANTO O CAPITAL NÃO NOS DESTRÓI
Durante e XVII CIENTEC, feira de ciência e tecnologia organizada anualmente pela UFRN e que atrai a cada edição milhares de estudantes e professores das escolas públicas e privadas, será lançado o Projeto de Educação Ambiental Plante Enquanto é Tempo. A ação prevê conseguir 20.000 voluntários tutores de novas árvores em Natal, que plantem e cuidem delas nos primeiros anos, começando pelos alunos da UFRN e dos colégios da Grande Natal. O progresso do projeto será aferido através de contagem em tempo real no site da ação. Com o sucesso da primeira fase em Natal, a idéia é avançar para reflorestar o semi-árido de forma massiva. 
O projeto, coordenado pelos professores Robério Paulino, do Departamento de Políticas Públicas - DPP, e pela professora Rosângela Gondim, do Departamento de Botânica, Ecologia e Zoologia - DBEZ, é uma parceria do Centro de Ciências Humanas Letras e Artes - CCHLA e do Centro de Biociências - CB. A ação pretende criar uma grande onda de conscientização ambiental nas cidades e ao mesmo tempo contribuir para alterar a paisagem urbana em Natal e arredores, já que considera errado o atual modelo de expansão imobiliária e de mobilidade urbana centrado no automóvel. Modelo, este, que vem esquentando a cidade e prejudicando a qualidade de vida dos seus habitantes.   
Para a execução do projeto, já foram produzidas na própria UFRN milhares de mudas. Várias ações já foram realizadas, com crianças de colégios e em praças.
O lançamento oficial ocorrerá no dia 18/10/2011, terça-feira, às 18 horas, na tenda do projeto instalada dentro da CIENTEC 2011, ao lado do Planetário.

COMPAREÇA E AJUDE A DIVULGAR   

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

O que as folhas dizem



Tenho caminhado por esse jardim antigo...
Com meus pés nus na terra fria.
Esperando por ti.
Como as folhas caem lentamente no outono,
Caem meus sonhos nas águas dessa ponte.
As horas passam, as (h)eras crescem,
Sem fim...
Espero por ti,
que esqueci o nome entre as estrelas
Tão antigas.

Sinto ainda tuas asas, ao meu redor,
Meu protetor.
E as estátuas cobertas de limo olham-me,
Tristes...
E o sopro do passado assobia entre as árvores.
Nesse jardim esquecido.
Onde só as folhas sabem
Como cair sem dor.

E penso que esta não é
minha vida.
Mas um sonho sem fim.
O inferno dos inconscientes.
E vejo-me longe, apartada de ti,
Forçando o Caminho entre os espinhos.
Procurando uma luz nesse mundo,
Um sorriso.
A alegria que aqui não existe.
E, no silêncio, o soar profundo,
De mil folhas a cair.

A carpa foge,
A garça voa,
O corvo fala.

E essa é a música infinita do jardim dos danados.
Fome, loucura, injustiça e miséria.
E eu, como esse nenúfar,
Aquática, etérea
Com um pé em cada mundo, tentando...
Com as raízes na lama e o rosto na luz
ouvir
o que as folhas dizem.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Cantos Cardeais: Curas e celebrações


Divulgando essa energia do bem para os leitores natalenses da Casabruxal. Amanhã (12/10), feriado, não fiquem em casa morgando, vamos unir nossas energias positivas nessa celebração da vida e do amor!
Estão todos convidados :D



Dia 12 de outubro, dia de Nossa senhora da Aparecida, Padroeira do Brasil, dia da criança...

Iremos neste dia realizar uma grande celebração no Parque das Dunas de Natal. Na Folha das Artes abriremos a exposiçãoDe fora adentro- Mapa Gigante de Natal que permanecerá até o domingo dia 16. E Também estaremos celebrando o oitavo aniversário da Casa Mãe Terra.
Durante todo o dia estaremos entre estes dois espaços recebendo os visitantes do Parque. No entanto a partir das 14 horas realizaremos algumas celebrações especiais que terão inicio na Folha das artes, sobre o Mapa Gigante de Natal.

ROTEIRO EVENTO DIA 12.10.2010 no Parque das Dunas

Cantos Cardeais: Curas e celebrações


- OBJETIVO GERAL DO DIA:  Sentir-se terrestre. Promover a sensação de ser terreno, não só em termos de sermos filhos da Terra, mas de também possuirmos a capacidade de cuidar e de curar o nosso lugar, a nossa cidade.

As atividades serão iniciadas no Mapa, permitindo primeiramente o sentido de sentir-se cósmico a partir do local, expandindo e retornando às raízes. No Mapa queremos trabalhar o Ser Integrado através dos processos de interdependência dos fenômenos - na cidade e para além dela.

- Ação I-: Ciranda e apresentação das intenções das atividades que serão realizadas. Telma Romão e Maurício Muli
- Ação II: Meditação/visualização.– Breno e Telma
- Ação III: Acupuntura plástica sobre a cidade de Natal onde serão anexadas palavras com intenções positivas para cada lugar específico na cidade. Maurício Muli e Ed Soares.
- Ação IV: Dança em espiral – fio conector entre o Mapa Gigante da cidade e a Casa Mãe Terra. - Telma
- Ação V: Celebração de Oferenda de flores e Cuidado à Casa Mãe Terra.
- Ação VI: Show de temas infantis com o Grupo Juanitas. Local Casa Mãe Terra com a participação das Cirandeiras do Pium.
- Ação VII: MAMAÇO – Estará sendo realizado durante todo o evento no espaço atrás da escultura Casa Mãe Terra. – Bia da Terra  
- Ação VIII: Louceiras de Sobrado- Monte Alegre- Durante todo o dia realizarão oficina de modelagem em barro e exposição de suas belas peças.

                               Esperamos a tua participação.  Venha celebrar este dia.
                               Leve flores, águas de cheiro e toda tua alegria.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Banho relaxante de ervas


Quando cair a noite, bem na hora bruxa, na cozinha da sua casa comece o feitiço.
Acenda o fogo e numa panela deixe um litro de água ferver.
Numa vasilha de cerâmica, despetale as rosas do seu jardim e 
macere 3 ramos de alecrim.
Sopre bons augúrios nas palmas de suas mãos, três nozes de avelãs e uma romã em botão.
Sorria de prazer ao ver flutuarem no líquido as folhas do manjericão.
Por fim, picote com alegria algumas folhas de menta e semeie lindas e brancas flores de jasmim.

Abafe os espíritos das ervas e flores para não fugirem.

Depois coe num pano limpo o banho mágico e perfume-o mais
com essência de jasmim.
Permita que os florais relaxem seu corpo, deslizando suavemente a partir do pescoço.

"Oh ervas sagradas, que seus espíritos recolhi, peço que me tragam a paz de seus dedos delicados, com a magia que dos antepassados aprendi".

O banho deve secar naturalmente. Depois durma e deixe-se pela viagem seguir...

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Bem que eu dizia

Te disseram pra comprar as tais ecobags? Não seja trouxa! Reproduzo artigo do Estadão, o autor é o ambientalista Denner Geovanini.
Fonte: http://blogs.estadao.com.br/dener-giovanini/as-sacolas-plasticas-e-os-engodos-ambientais/



AS SACOLAS PLÁSTICAS E OS ENGODOS AMBIENTAIS

Quem não tem “saco” para ler algumas verdades inconvenientes, como diria o biodesagradável Al Gore, é melhor parar por aqui. Bom. Dado o aviso, siga adiante por sua conta e risco.
No tempo do politicamente correto, a onda é navegar em campanhas ecológicas bem produzidas e que possuem um forte apelo emocional. Nelas, o cidadão é arrebatado pelo chamado da consciência e motivado a contribuir heroicamente para a salvação do planeta.

Campanha: USE MAIS PAPEL HIGIÊNICO E GANHE ECOBAGS!
Muito bem. Muito bonito. E muito inútil e ardiloso também.
Inútil por que em momento algum essas companhas instigam o consumidor a refletir sobre o seu padrão de consumo. Sobre a real necessidade de adquirir esse ou aquele produto.
Ardiloso por que, na base dessas campanhas, está um preceito muito caro para as empresas: o consumo. Então, munidos de apelos sentimentais, os marqueteiros se lançam a convencer o consumidor a comprar produtos ecologicamente corretos. Eu disse, e repito: comprar!
E ai está o segredo que sustenta o interesse da maioria das empresas nessa onda ambientalmente correta: comprar mais. Elas descobriram um novo filão para aumentar as suas vendas e, de quebra, ainda dão um suporte psicológico para que o consumidor possa gastar seu dinheiro acreditando que o está fazendo por uma boa e justa causa.
Aposto que o leitor nunca viu um anúncio dizendo: Você vai trocar de carro? Não, não faça isso. Será que o seu carrão não dura mais um pouco? Faça revisão, mas não compre um novo agora não. A realidade é outra. A mensagem do anunciante é: COMPRE o novo carro X que polui menos! COMPRE o xampu Y que é feito com essências da Amazônia. COMPRE. COMPRE. COMPRE.
Lamento caro leitor, mas na onda do politicamente correto, você faz o papel de trouxa. Ou pelo menos é assim que muitas empresas e certas ONGs enxergam você.
E o que as sacolas plásticas tem a ver com isso?
Elas, as sacolas plásticas, ilustram bem o sentido mercantilista por trás de tais campanhas ecológicas. Elevadas a categoria de vilãs da ecologia, as sacolinhas mereceram até um contra-ataque governamental: a campanha “Saco é um saco”, do ministério do Meio Ambiente, na época em que o seu titular era o ministro Colete Minc.
Pois bem. Nem vou entrar no espetacular e elaboradíssimo mérito criativo do nome dessa campanha. Mas o fato é que se gastou dinheiro público para convencer o consumidor a pagar por algo que antes ele tinha de graça, ou quase isso: sai a sacola plástica e entra a ecológica EcoBag!
Os supermercados agradeceram de joelhos. Agora podem vender EcoBags coloridas, e aumentar seus lucros, ao invés de disponibilizar para o consumidor as tais sacolinhas.
Mas uma vez, muito bem. Muito bonito. Só que inútil e ardiloso.
Ardiloso por que o Ministério do Meio Ambiente optou por seguir, mais uma vez, o caminho da espetacularização e do apelo midiático ao invés de promover a reflexão ambiental no consumidor. Para o MMA, foi mais fácil colocar a culpa das desgraças ambientais brasileiras nas pobres sacolinhas, do que investir em educação ambiental nas escolas.
Inútil por que esse tipo de campanha, apesar de ter receptividade na sociedade, não contribui em nada para melhorar os nossos índices de qualidade ambiental. Pode, inclusive até piorar.
É o que aponta um sério estudo da Agência Ambiental britânica, divulgado esse ano. O documento aponta que o PEAD (Polietileno de Alta Densidade), utilizado para fabricar as sacolas plásticas, é muito menos nocivo ao meio ambiente do que as matérias – primas utilizadas na fabricação das Ecobags. E põe menos nocivo nisso: o PEAD é 200 vezes menos prejudicial ambientalmente e emite apenas um terço de CO2 se comparado as Ecobags.
Para quem desejar conhecer melhor o relatório do governo britânico, basta acessar:

Concorde ou não o leitor, o fato é que nos faltam políticas públicas eficientes e honestas para enfrentarmos os desafios ambientais que temos pela frente. No meio ambiente ainda está valendo a máxima da política: fazer esgoto ninguém quer por que não aparece e, consequentemente, não rende votos.
Continua sendo mais fácil, e mais convincente, fazer campanhas inúteis e passageiras, do que investir em reciclagem ou em legislação de resíduos sólidos. É mais vantajoso culpar sacolinhas plásticas do que multar (e desagradar) empresas mentirosas e irresponsáveis ambientalmente.
Não estou aqui fazendo apologia da sacola plástica. Longe disso. Mas até hoje não consegui ter coragem para colocar o cocô do meu cachorro ou o lixo da minha cozinha dentro de uma Ecobag.
Para finalizar, deixo aos leitores uma bem-humorada (e inconveniente) reflexão sobre as sacolas plásticas produzida pela equipe do site Parafernalha. Com a palavra, a sacola:


quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Por não ser rosa



Eu sou a margarida do campo.
Com sol no miolo, com luz nas asas.
Sou feita de haste fina e delicada,
De tantas pequenas raízes.
E, se o solo é fértil,
Floresço!

Se não há o podre chão
onde fervilha a vida,
Se não há lágrimas do céu,
Se não há o peso da luz,
Me curvo e seco.

Sou a margarida que balança
Quando o vento me golpeia,
Eu danço.
Simplesmente danço.
Às vezes com uma alma leve,
Borboleta,
Pousada sobre meu centro.
E dou.
Eu simplesmente dou.
Para quem, depois de beber meu néctar,
Vai-se sem nem dizer
Obrigado.

Tantas almas bebem em mim,
E não tenho tanto para dar.
E se não tenho tudo,
Desfazem-me, falam mal de mim...
Ah, como nessas horas, minha delicada constituição
Pesa-me mucho.
E eu queria ser rosa,
Não margarida.
E espetar com espinhos os atrevidos,
E ser quase inacessível aos hipócritas. 

domingo, 18 de setembro de 2011

O segredo das nuvens



E não é que quando passam as nuvens,
Velozes,
Todo o resto parece cair?
Parece que passam,
Movendo-se de lá para não se sabe bem onde...
E quando elas, majestosas nuvens, tomando o céu
O resto afagam o rosto,
De leve,
Levam consigo teu nome.

Arrastam, ajudadas pelo vento,
A chuva
Que um dia me encharcou.
Que se misturou às lágrimas,
Que doeu na alma.
Será que levam tudo, poderosas nuvens?
Achas que te levam para longe,
E que meu rosto apagam,
Em sucessivas camadas
De seus véus?

Mas não há, amor,
Nuvem, nem lago,
nem poço, nem trégua.
Não há nada para além deste tempo
Em que gritam os sinos de vento.
Em que enfunam as velas dos barcos,
Que rasgam qualquer folha e afundam qualquer razão.
Não há, coisa alguma, meu amor, que não seja o alto
Lá onde habitam as nuvens.
Não teu cais, nem teu poço.
Diria portanto o Neruda do mar, lembrando-se de ti:

“Não temas, não caias
De novo em teu rancor.
Sacode a minha palavra que te veio ferir
E deixe que ela voe pela janela aberta.
Ela voltará a ferir-me
Sem que tu a dirijas,
Porque foi carregada com um instante duro
E esse instante será desarmado em meu peito.”

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Vento


Diz-me, vento que sopra forte, penetrando pelas frestas da janela, gritando tão alto.
Diz-me mais baixo, de leve, sem gemido agudo de sofrer.
O que há de vir mais a frente?

Diz-me Vento amigo, porque sopras tão forte por esses dias?
Acaso brigaste com teu amor?
Embora não seja tristeza somente, vê-se em ti uma fúria!
O que tens contra Primavera, tão bela e florida?

Diz-me, que eu seja como uma tua confidente, agora.
Te acalma e diz.
De que vale esse desalento selvagem, se despedaças a delicada flor?
Vê como é com suavidade que tua irmã, Brisa, a todos toca e convida?

Vento que vem de longe, trazendo tantas histórias, conta-me pelo menos uma.
Dos mares turbulentos e gelados do Sul, salpicado de espuma fértil.
Das moças que morrem e viram sereias, das baleias, dos velhos navios que derrubastes...

Vento, será que então, ao invés de nada me contares, podes levar um recado meu?
Já que estás furioso e tão veloz, leva por aí, não sei bem pra onde, um pedido meu.
Divide com todos os teus, a Brisa, a Primavera, o Raio e o Trovão,
Depositas no bico das aves, nas gotas da chuva, nas pétalas das flores, nos grãos de areia,
Uma suplica tão antiga, um pedido que já me parece tão vão...

Diz ao meu amor, Vento, que o Tempo passa correndo e com ele não posso contar.
Ele não escuta, ri-se toda vez que o procuro...
Diz ao meu amor que o aguardo tanto, que estou cansada de esperar.
Aconselha-o ao pé do ouvido, que seja breve em voltar.
Que deixei na janela um velho lencinho, bordado com seu nome - que não sei.
Que faço votos de logo a ele entregar.

Sopras pelas estradas, pelas cidades, pelos rios e pelos mares.
Vento, conto contigo.
Porque o Tempo é remanchoso, porque a Lua é fria e porque a Vida é tão breve...

***

Vento, diga por favor, aonde se escondeu o meu amor...

terça-feira, 13 de setembro de 2011

A Madrugada



Esta triste escrevinhadora perdeu sua avó, vítima de asma.
Amante da vida, a velha e sorridente senhora, dizia que a Madrugada era a mãe do Sol.
A Madrugada, a rainha dos sonhos, do mundo das fadas.
Que eu, menina estranha, viajava para lá em sonhos, pelas portas das estrelas.

Guardei a luz do seu sorriso na face prateada da Lua, irmã do Sol.
Minha avó entendia da noite e do céu estrelado que só tem por testemunha aquele que sobrevive ao convite mortal do sono.
Resista e verás.
Minha avó não se chamava Dalva, à toa. Nome da mais brilhante estrela.

Numa dessas noites estreladas, deixava-me levar em seus braços macios, embalada ao som dos grilos e pelo perfume da laranjeira em flor.
O açúcar dos jasmins, a brisa cálida do sertão e o som distante de alguma viola, formaram o teatro das minhas fantasias juvenis.
Sorte ter uma avó assim, sem artes de cozinha, mas repleta de artes oníricas.

E fui, no barco da noite, guiada pela Estrela Dalva, em busca das terras para além da Terra. Onde não haveria de haver tanto sofrimento, onde, para minha velha alma num jovem corpo, paz e harmonia eram alimento e alento.

E minha avó puxava os fios da imaginação desta sonhadora. Tornando repletas as folhas da minha Árvore, as páginas do meu Livro, de imagens de amor. Um príncipe, belo e doce. Um lar, feliz e próspero. Um trabalho, feliz e tranqüilo.

Minha avó morreu, buscando o ar. Talvez sufocada por não poder viver. Tenho medo da Madrugada desde então.

A Madrugada, entre um dia e uma noite, pode levar-nos...

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Fragmento do livro que estou escrevendo.